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Lula avalia nomeação de Jorge Messias ao Ministério da Justiça

 




Após a rejeição histórica de Jorge Messias pelo Senado para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF), o presidente Lula avalia nomeá-lo para o comando do Ministério da Justiça

Essa movimentação ocorre em um momento de ajuste estratégico no governo, uma vez que Messias reavalia sua permanência na Advocacia-Geral da União (AGU) após não ter seu nome aprovado para a Corte A derrota no Senado foi interpretada como um grande desgaste político, e o Palácio do Planalto identificou a bancada do MDB como a "principal traidora" durante o processo de rejeição

Com a recusa do Senado a Messias para o STF, surgiram novos cenários políticos:

  • Alternativas para o STF: O nome da ministra Simone Tebet passou a ser citado como uma possível alternativa para a vaga no Supremo.
  • Pressão por representatividade: Uma ala do governo defende a indicação de uma mulher negra para a Corte como forma de pressionar o Senado em uma futura votação.
  • Reação a derrotas: Além da questão do STF, o governo enfrenta outros desafios no Legislativo, como a derrubada de vetos no PL da Dosimetria, o que tem levado o PT a considerar acionar o próprio STF contra essas decisões

A iniciativa seria uma espécie de prêmio de consolação ao ministro após a rejeição pelo Senado Federal do seu nome a uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF).

A pasta é hoje comandada por Wellington César, que assumiu o cargo em janeiro, e ainda nomeia a sua equipe para a pasta.

A avaliação dentro do governo federal é de que a nomeação de Messias poderia fortalecer a posição do aliado de Lula, demonstrando deferência política.

Além disso, blindaria sua imagem pública e o manteria em evidência para uma eventual nova indicação à Suprema Corte no futuro.

O diagnóstico é também que, no Ministério da Justiça, Messias também atuaria junto ao Supremo Tribunal Federal para arrefecer a resistência ao seu nome no Poder Judiciário.

Nos bastidores, a leitura é de que a transferência para Justiça o colocaria em um patamar mais elevado dentro do governo federal, ajudando a mitigar o desgaste provocado pela derrota.

Há ainda no Palácio do Planalto um sentimento de consternação com o resultado. Messias, na avaliação de assessores petistas, acabou “pagando o preço” por uma derrota política mais ampla da atual gestão.

Nesse contexto, cresce internamente a defesa de um movimento de valorização do advogado-geral da União, como forma de reconhecimento pelo que aliados classificam como um sacrifício imposto a ele durante o processo de indicação.

Após a reprovação, o chefe da AGU chegou a desabafar com interlocutores que avaliava até mesmo pedir demissão por não ver ambiente político para seguir no cargo.

Messias se reuniu com o presidente Lula no Palácio da Alvorada após ser rejeitado pelos senadores.

Em declaração à imprensa ainda no Senado, disse que é notório quem provocou a derrota. A articulação é atribuída ao presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União-AP).

Nas primeiras horas após a derrota, Messias e aliados contabilizavam traições dentro da própria base governista para explicar o resultado surpreendente.

As desconfianças recaem sobre o MDB e nomes próximos a Alcolumbre. Até mesmo a postura do líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), passou a ser questionada.

Repercutiu mal a imagem de Jacques Wagner abraçando Alcolumbre após o anúncio do resultado. Momentos antes, o líder do governo questionou qual seria o placar da votação.

Na ocasião, o presidente do Senado respondeu que a derrota ocorreria por uma margem de oito votos.


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